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Acidente na rodovia SC-423 em Taió deixa uma vítima fatal

O acidente ocorreu por volta das 17h no km 133, na localidade de Gramado, em Taió. Uma Fiat Ducato com placas de Rio do Campo, com 12 passageiros, seguia no sentido Taió - Rio do Campo quando colidiu com um Ford Ka, que trafegava no sentido contrário.

Segundo a Polícia Rodoviária de Taió, o motorista do Ford Ka, Alexandre Galisa, 32 anos, perdeu o controle do carro na curva e bateu de frente com a Ducatto. O motorista Alexandre Galisa morreu no local do acidente. Um dos passageiros da Ducatto teve ferimentos graves e foi encaminhado ao Hospital de Rio do Campo.

Assista ao vídeo com imagens do acidente

Homem suspeito de assassinar mulher em Pomerode é preso

O jovem de 22 anos, apontado pela polícia como suspeito de assassinar Magrit Hackbarth Maas, 47, na segunda-feira, foi preso em flagrante há dois quilômetros de casa, no Bairro Pomerode Fundos, em Pomerode. Ele será encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau.

Policiais civis e militares de Pomerode e Timbó cercaram a área do Morro Azul e das redondezas do Bairro Pomerode Fundos desde a manhã de quarta-feira, quando o suspeito atirou nas costas do responsável pela manutenção do parque. Adriano Ferreira da Silva fugiu em busca de ajuda, por volta do meio-dia, e está internado no Hospital Oase, em Timbó, e passa bem.

Cúpula da Segurança Pública diz que não precisa da ajuda da Força Nacional para conter os atentados no estado

Neste momento, a cúpula da Segurança Pública que atua diretamente no combate aos atentados recusou a vinda de policiais da Força Nacional de Segurança Pública para combater a onda de ataques contra as forças de segurança e o patrimônio público e privado catarinense. Buscando transparência perante a sociedade, foi dada esta informação e justificada tecnicamente esta escolha, durante uma coletiva, realizada nesta tarde (7), na Capital, que contou com a participação do Secretário de Segurança Pública, César Augusto Grubba, do Delegado Geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila, do Comandante-Geral da Polícia Militar, Cel. Nazareno Marcineiro e do Diretor da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), Laurito Akira.

Grubba entende que a parceria entre o Estado e a União já é uma realidade através de convênios firmados com a Secretaria Nacional de Segurança Pública. Há troca de informações dos órgãos de Inteligência da Diretoria de Inteligência (DINI)  da Secretaria de Segurança Pública, das Polícias Civil e Militar e da Secretaria de Justiça e Cidadania entre si e com as Inteligências dos órgãos Federais  (Polícia Federal, Agência Brasileira de Inteligência, Polícia Rodoviária Federal, Exército, entre outros).

“Não há má vontade do governo do estado em aceitar qualquer tipo de ajuda, mas neste momento não há necessidade da presença da Força Nacional. Temos controle da situação e a tendência é que essas ações recuem nos próximos dias”, afirmou Grubba.

O Delegado Geral da Polícia Civil confirmou que as investigações são de alta complexidade, estão evoluindo, e garantiu que em breve terá novidades com relação à cadeia de comando que está por trás dessas ações. Ele elogiou a iniciativa do Governo Federal, mas disse que neste momento, é importante valorizar as forças de segurança de Santa Catarina, que estão fazendo seu trabalho de maneira eficaz.

Segundo relatório divulgado pela SSP, foram 74 ocorrências investigadas se têm relação com os atentados; destas, pelo menos sete não têm vínculo algum com facções criminosas. As ações dos organismos da Segurança Pública já resultaram na prisão de 28 pessoas (20 em flagrante) e apreensão de oito adolescentes, dando uma resposta imediata.

O diretor da DEIC, Delegado Laurito Akira Sato, que atuou como Comandante da Polícia Judiciária na Força Nacional, explicou que este tipo de situação que o Estado está vivendo com os ataques, exige uma resposta rápida da investigação, algo que pode ser otimizada com a atuação de Policiais Civis que têm o conhecimento pleno da região – geograficamente, das investigações em si, dos suspeitos – o que os Policiais Civis catarinense têm em excelência.

“Os policiais da Força Nacional são de diversas regiões, não têm este conhecimento necessário do cenário que vivemos, então não trarão a agilidade que precisamos e que está sendo obtida pelos que residem em Santa Catarina. Com os recursos que temos, estamos no caminho para coibir os ataques”, informou Sato.

O Comandante -Geral da Polícia Militar, que já atuou como instrutor da Força Nacional, mostrou em números que a vinda destes policiais não contribuiria de forma tão decisiva para a resolução do problema. Segundo ele, a Força Nacional conta hoje com um efetivo total de 1280 homens. Hoje os trabalhos estão concentrados em cidades como Maceió, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul. Na eventualidade de o estado receber 200 policiais, o que seria pouco provável, este efetivo teria que ser dividido em oito cidades, o que daria um grupo de 20 policiais por município. A escala utilizada de 12h/12h nos primeiros cinco dias, e depois, 12h/36h nos outros cinco, não representaria um reforço significativo, que justificasse a vinda deles.

Sobre a possibilidade de transferência de presos, líderes da facção criminosa, Grubba analisa como positiva, mas por uma questão de segurança não deu detalhes sobre uma eventual operação. O secretário confirmou que o número de vagas oferecidas pelo Governo Federal atende a demanda catarinense.

O Delegado Geral afirmou que a transferência dos líderes de facções criminosas seria uma solução para o rompimento desta comunicação relacionada aos atentados.

 

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Sobe para 25 o número de presos suspeitos de atentados

Na última semana, Policiais Civis e Militares conduziram às Delegacias de Polícia do Estado, 35 pessoas suspeitas de envolvimento nos atentados contra bases de instituições de segurança e ônibus do transporte coletivo. Outras cerca de 90 pessoas estão sendo investigadas.

Entre os conduzidos estão 9 adolescentes ouvidos ou apreendidos e um maior conduzido, mas liberados em seguida, por falta de provas. Já quanto aos presos o número chega a 25, todos maiores de idade. As prisões, seja em flagrante ou por cumprimento a mandado, são de pessoas envolvidas diretamente nos atentados, como executoras ou mandantes. 

 

As últimas prisões registradas

Em Joinville, no Norte do Estado, uma Operação deflagrada na tarde de ontem resultou na prisão de sete pessoas, cinco delas presas preventivamente por envolvimento nos atentados e também em flagrante por tráfico de drogas, posse de arma ou munição. Outras duas prisões não tiveram relação com os ataques registrados nos últimos dias.

Os suspeitos de atentarem contra o transporte coletivo ou contra bases policiais, no Norte do Estado, presos preventivamente, ontem (6), em Joinville são: Rafael de Oliveira; Antonio Rubens dos Reis, Carlos Jardel Correia,  Fabio Wress, Ademir de Borba.

Em Blumenau, depois de atearem fogo num ônibus do transporte coletivo que fazia a linha para o bairro Fortaleza Alta, ontem (6), foram presos em flagrante: Francisco de Assis Pedrini da Mata, 25 anos, e Eduardo de Oliveira, 21 anos. Eles foram encaminhados para o Presídio Regional de Blumenau.

Também ontem, no Sul do Estado, em Criciúma, Rafael Alan Millnitz, 18 anos e um adolescente de 15 foram detidos suspeitos de atearem fogo num ônibus do transporte coletivo do bairro Jardim União. O adolescente foi encaminhado para a Delegacia Especializada e o maior foi para o Presídio da Cidade.